Já que estamos em meio ao maior festival de rock do Brasil, lembrei que tive (ou será que ainda tenho?) um roqueiro em casa. Obviamente que influenciei um pouco o rapaz, mas ele tem muuuuuitos méritos e habilidades (que eu invejo demais) que o fizeram trilhar seu próprio caminho, formulando seu gosto musical.
Começou com violão, e logo pediu uma guitarra. Fez aulas, práticas e teóricas, durante dois anos. Pela facilidade, vê-se que tem algum dom ali. Neste semestre, para minha surpresa, pediu para sair da escola de música. Fiquei um tanto preocupado, mas respeitei a decisão do rapaz. Talvez seja algo momentâneo. A pré-adolescência também está falando bem alto. E eu estou aqui, de expectador, apoiando no que for necessário e tolhendo no que for desnecessário.
Olha uma pequena amostra dos dedinhos nervosos:

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