Ironman Brasil 2011

Ironman Brasil 2011

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Pan - Globo x Record



No último fim de semana, iniciaram-se os Jogos Panamericanos, os quais estão sendo realizados no México. Não obstante a grandiosidade e importância do evento para as Américas, mormente por servir de preparação para os Jogos Olímpicos, pouco ouvi falar do Pan. Tomei, inclusive, um grande susto ao saber que ele havia iniciado.

O susto serviu-me para reparar que somos, aqui no Brasil, de certa forma, reféns da gigante TV Globo. Como a transmissão do Pan, no Brasil, é exclusividade da Record, a Globo simplesmente silencia a respeito do mesmo, limitando-se a mencionar os resultados em seu portal na internet. Isto, na minha humilde opinião, é um acinte ao direito de informação do cidadão.



Quem perde com isso? Imediatamente, nós, telespectadores! Mediatamente, a democracia. O que acontece ora com a transmissão do Pan, é exemplo inconteste do perigo do poderio acumulado pela Rede Globo. Comandar a massa, principalmente quando a esta falta uma cultura crítica, é extremamente danoso à democracia, fragilizando a pluralidade.



Rezemos para que o Estado Brasileiro ainda esteja isento da influência Global! Ou será que este blogueiro está tapando o sol com peneira?

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Feliz em descobrir; triste por concluir!



Já fiz, neste blog, análise sobre o crescimento do triathlon no Ceará. Entretanto, aquela análise foi restrita à prática do esporte em si e a quantidade de adeptos.

Desta vez, pretendo fazer uma análise da nossa cena local com viés diferente: relações humanas no triathlon. Huuummmmm.... como tudo que envolve a natureza humana, arrisco-me em campo nebuloso, escorregadio, com meandros ainda incertos e inexplicáveis. Mas o farei do meu jeito, com base naquilo que percebo.

Estou no triathlon há dois anos, e antes disso, fazia parte apenas do mundo dos corredores. Quando era apenas corredor, já pude constatar, mediante observação (sem contato mais próximo), que o triatleta tende ao isolamento de seu grupo. Corredores ali, triatletas aqui! Uma conduta velada, não escancarada, mas posta em prática por meios sutis.

Quando ingressei no triathlon, fui, aos poucos, fazendo a leitura do ambiente. Não é de minha personalidade "ocupar muito espaço". Respeito as características das pessoas, principalmente do grupo. E passei a observar. Que fique claro que não falo aqui de uma determinada assessoria esportiva, grupo ou pessoa. Falo de forma geral, pois pude interagir, neste dois anos, com as mais diversas equipes, assessorias, triatletas, etc.

De logo, percebi que novos integrantes mais extrovertidos são, de pronto, entendidos como algum tipo de invasor. Aquele que chega demonstrando mais intimidade do que realmente tem, é, na maioria das vezes, compreendido como chato e invasivo. Confesso que, por vezes, adotei esta postura. Mas, felizmente, dei tempo ao tempo, para não fazer um juízo precipitado de ninguém. E confesso, também, que quebrei a cara. Muitas destas pessoas que achei "espaçosas" mostraram-se excelente pessoas, de boa índole, e que só tentavam uma aproximação mais rápida.

Seguindo nas minhas observações, pude perceber rixas (entre triatletas de assessorias diferentes; entre triatletas da mesma assessoria; entre triatletas que nem treina em assessorias). Estas, sem azo a dúvidas, fruto de competitividade. A busca por resultados, performance, etc., acaba por envolver o triatleta de tal forma que o ludibria a ponto de valorizar a coisa muito além do que ela merece. Impende dizer que "mirar" alguém, principalmente DURANTE UMA PROVA, é algo comum, e serve como incentivo pessoal para que você venha a se superar. Isto é normal! Porém, o que ultrapassa a tênue linha da normalidade são: a obcessão, a rivalidade, a preocupação com o outro.

Quando percebi que, algumas vezes, pessoas chegavam a retaliar outras por sua conduta, considerada inaceitável (sabe-se lá o por quê!!), minha curiosidade ficou aguçada. Perguntei-me se isto seria uma característica local, movida por um sentimento que foi semeado e cultivado aqui, vindo a se tornar a cultura dominante, ou se era uma característica geral do meio do triathlon. Para responder minha própria pergunta, teria eu que buscar informações de outras praças. Cidades com grande número de triatletas seriam ideais para que eu chegasse à resposta.

Consegui breves informações de São Paulo, Florianópolis e Curitiba. Tentando não influenciar a resposta, perguntei sobre as relações pessoais entre triatletas naquelas cidades. Como funcionavam as relações humanas no meio do triathlon? E pasmei com as respostas que obtive!!

Alguns relatos foram tão parecidos com o que observo por aqui que achei que a história estava sendo reproduzida. Não houve exceção. Tais episódios acontecem em todos os lugares.

Alguns atribuíram ao envolvimento que o esporte requer, ou seja, o triathlon exige muita dedicação, o que acabaria por confundir a cabeça do praticante, vindo a supervalorizar o esporte, mesmo sendo apenas um lazer. Outros atribuíram à competitividade e vaidade INERENTES ao ser humano. E por aí vai!!!

O fato é que eu fiquei feliz em descobrir que a coisa é "normal"!!! E muito triste por concluir o quão imperfeito o ser humano é! Muitas das vezes, sabemos que não está correta esta supervalorização, mesmo assim nos deixamos levar pelas circunstâncias.

O que nos resta? Policiar a nós mesmos! Evitar condutas antiéticas. Buscar a melhoria do que somos. Evoluir para um pensamento em conjunto, abandonando a cultura do EU PRIMEIRO, ou, OS MEUS PRIMEIRO.



No esporte, seja qual for, não cabe a exclusão. Não cabe a diferenciação. Não cabe a discriminação. Aquele que começa hoje, pode vir a ser um fenômeno, e eu quero muito ter feito parte do crescimento de um atleta destes. Assim como quero muito ajudar aquele que jamais deixará de ser um simples atleta amador. E você?

Bem, forte e tranquilo



Pense num sujeito feliz! Tô mais feliz que pinto no lixo.

Hoje eu teria que correr uma hora. Acordei, sem muito ânimo (devido a uma noite em que a Sarinha chutou-me incessantemente), e fui à Beira-Mar. Resolvi ir mais cedo que o resto da equipe, tendo em vista que correria 20 minutos a mais que os outros.

Chegando lá, tratei de começar logo. Estava sem o Garmin companheiro de treinos, pois havia esquecido de recarregar a bateria do mesmo. Portanto, correria com pace medido pelo feeling, e o tempo pelos relógios (totens) da Beira-Mar.

Aos poucos a corrida foi encaixando e eu sentia-me bem a cada minuto que passava. Excelente sinal! Com pouco mais de 20 minutos de treino, encontrei Luciano Petri, e passamos a correr juntos. Foi impossível não lembrar de janeiro e fevereiro deste ano, quando ingressei na equipe e tive a companhia diuturna de Luciano, principalmente nos treinos de corrida. Passadas coordenadas; a mesma frequência; show de bola! Evolução certa!

E o treino foi fluindo melhor do que eu imaginava. Dor? Bem, esta, graças a Deus, tem deixado este triatleta em paz.

Treino realizado, endorfina à mil, vi que havia corrido 13km. SEM DOR! Bom demais!!!

Agora é manter a calma e seguir as próximas planilhas que virão planejadas entre o treinador e o fisioterapeuta.

Como é bom correr! Que sensação maravilhosa!! Tenho pena daqueles que desconhecem tal prazer.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

E Maomé foi à montanha!





No último sábado, 08 de outubro de 2011, os vermelhos tinham, como treino de ciclismo, 70km. Mas não eram 70km comuns, pois teríamos que subir a Serra de Guaramiranga. Entretanto, subimos por Palmácia. O trajeto da Ladeira Grande (Maranguape) à Palmácia é mais ligth que subir por Baturité.

Não obstante a subida ser menos escarpada via Maranguape, eu nunca havia feito nenhum treino de serra, e estava bem receoso. Ainda quando treinava na Zonaalvo Assessoria Esportiva, tiveram dois treinos de serra, e, por força do destino, não pude participar, tendo em vista viagens à trabalho.

Eis que é chegado o dia. Encarar era a única opção. E fui.

O Red Team Triathlon teve como base o sítio do Lourenço, nas proximidades da Ladeira Grande, o qual logo recebeu a denominação de Red Team Sede Serra. Espetáculo de lugar!!!

Todos reunidos e prontos, partimos. O trecho ainda no sopé da serra não foi propriamente um aquecimento, pois a galera parecia "pilhada" pela ansiedade que dominou a todos no pré-treino. Iniciada a subida, começa o sofrimento. Aí é manter o foco e a cadência. Eu sequer olhei para cima, para não aumentar a aflição psicológica.

Alguém, no meio da subida, disse: - Olha que visual!!!!

Olhei para o lado direito, vi a planície com suas lagoas, uma granja ao longe, céu azul, bonito mesmo!! Mas concluí dizendo:

- Lindo, mas não tá dando pra aproveitar muito a vista, não!



Vista ao subir a serra


Novo silêncio instalado, e apenas as respirações ofegantes eram audíveis. Se músculos e articulações fizessem barulhos, apostos que estaríamos em meio a uma estrodosa sinfonia. E assim fomos até Palmácia. Curvas aos montes, e algumas ainda com ingredientes de pervesidade: muito vento. Mas chegamos. E chegamos bem!!!



Eu, Nestor (de costas), Lourenço e Carvalhinho (ao fundo)
em Palmácia


Após todos novamente reunidos, abastecidos de água, etc., pusemo-nos a descer. Como diz o velho dito popular: "para baixo todo santo ajuda". A descida requer bem mais atenção do que a subida, e algumas tangentes podem se configurar como armadilhas mortais. Todo cuidado é pouco!!

Encerrada a descida, novamente no sopé da serra, a brincadeira voltou a ficar séria, e a moleza da descida deixou saudade. Mesmo com vento contra, os vermelhos "martelaram" o pé de vela. O treino foi mesmo excepcional!

Para fechar de forma magistral, a coversa, o café da manhã e o banho do açude do sítio do Lourenço foram impagáveis!

Para detalhes técnicos do treino, clique aqui!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Quem é Creonte?

Confesso-lhes que nunca tinha ouvido falar em tal nome: CREONTE. De janeiro último para cá, passei a ouvi-lo constantemente. A priori, por desconhecimento, não dei muita atenção. Depois, sabendo a intenção dos que pronunciavam o nome, e, principalmente, o sentido que a palavra tinha para estas pessoas, passei a ter curiosidade maior, e busquei informações.

Creonte, pois, é um personagem da mitologia grega, intimanente ligado a Tebas, onde se desenrolou a trágica história de Édipo, Jocasta e Laio.

Bem, vamos ao mito, para, empós, continuar a explanar sobre a outra acepção que recebeu o nome Creonte.

~~**~~



Édipo e a Esfinge


Tudo começou quando Cadmo, bisavô de Laio, pai de Édipo, chegou à Tebas trazendo uma maldição lançada pelo deus Ares. O oráculo de Apolo disse que Laio não poderia ter um filho homem, devido à maldição. Mas, mesmo assim, ele casou-se com Jocasta e, não resistindo à força do desejo, numa das idas ao seu leito, teve Édipo. Com medo da maldição, ele deixou o filho numa encosta do cume do monte Citéron. Lá, a criança foi achada pelos pastores e levado à casa de um rei de outras terras, o rei Pôlibo, que cuidou dele a vida toda, junto com sua esposa.

Certo dia, já crescido, Édipo quis saber sobre a sua descendência verdadeira, e foi ao oráculo de Apolo. Lá encontrou Laio, que também queria saber o paradeiro de seu filho abandonado. E, após um desentendimento, e sem saber que Laio era seu pai, Édipo o matou.

Neste mesmo período, a Esfinge castigava com crueldade a cidade de Tebas e, por isso, Creonte, irmão de Jocasta, ofereceu a coroa e a mão de sua irmã a quem pudesse decifrar o enigma da Esfinge e acabar com ela. Por um triste acaso, foi Édipo que interpretou o seu canto e casou-se com a própria mãe. Desse casamento nasceram quatro filhos: dois homens, Etéocles e Polinices, e duas meninas, Ismene e Antígona. E quando Édipo descobriu que tivera filhos e irmãos com sua mãe, enlouquecido por esta desventura, ele perfurou os próprios olhos, e lançou uma maldição aos filhos, dizendo que eles se matariam num duelo pelo palácio. Os dois irmãos, temendo que os deuses cumprissem esta maldição paterna, convencionaram que o mais novo, Polinices, deixasse a pátria pelo período de um ano, e que o trono ficasse com Etéocles. Após este período, ele voltaria para o revezamento do poder, com iguais direitos. Só que, passado este prazo, Etéocles se recusou a entregar o palácio, expulsando novamente Polinices da pátria. Desarvorado, Polinices juntou-se ao rei de Argos, o rei Ádrasto, e reuniu muitos soldados para enfim invadir Tebas e tomar o seu trono devido. Antes, Jocasta propôs uma trégua, onde os filhos pudessem resolver a querela. Só que após muito argumentarem, os dois irmãos se revoltaram e quase se mataram no próprio palácio, fazendo com que Polinices fosse novamente embora e ambos se preparassem para o duelo final. Antes de sair, Etéocles passou algumas instruções a Creonte, entre elas que o cadáver de Polinices nunca fosse enterrado em Tebas, recebendo a pena de morte quem tivesse esta audácia, amigo ou inimigo. Entre outras decisões, Creonte ficaria com o trono caso ele não continuasse vivo. Durante este acontecimento, o adivinho Tirésias disse que o jovem Meneceu, filho de Creonte, deveria morrer para salvar Tebas, oferecendo o seu sangue pela salvação da pátria. E assim foi feito.

 

Antígona enterrando o corpo de Polinices.
Etéocles e Polinices se encontraram para um duelo sangrento, que durou muito tempo, e que resultou na morte dos dois. Jocasta, avisada por um mensageiro, correu até o campo de batalha com sua filha Antígona, para tentar evitar esta tragédia, chegando tarde demais. Vendo aquela cena horrenda, ela pegou o punhal de um dos filhos e atravessou em seu pescoço, matando-se também. Antígona, desesperada, voltou ao palácio para contar a seu pai, Édipo, as tragédias que haviam ocorrido. Édipo recebeu a notícia com muita dor.

Creonte, destruído por ter perdido o filho, soube que também perdera a irmã, e que o rei Etéocles e seu irmão Polinices já não mais existiam. Com isso, sendo assim o novo rei, expôs as determinações que Etéocles havia transmitido a ele: Antigona deveria se casar com seu filho Hêmon, Édipo deveria ser expulso da pátria, e o corpo de Polinices não deveria ser sepultado e sim entregue às aves carniceiras. Antígona ficou revoltada com a decisão e disse que iria enterrar o seu irmão. Creonte decretou a morte de Antígona, caso ela consumasse este feito.

Édipo, mandado para o exílio, foi acompanhado por Antígona e, em seus momentos finais, refletiu que ele, um siples mortal, mesmo tendo derrotado a feroz Esfinge, tendo sido um herói para Tebas e feito só coisas boas, foi incapaz de mudar o seu destino, não tendo domínio sobre sua vida, estando vulnerável apenas a acatar as decisões dos deuses.

~~**~~ 

A mitologia grega é mesmo linda e trágica. Uma maneira própria, daquele povo, de tentar explicar o inexplicável (pelo menos para a época).

Entretanto, no Brasil, a nome Creonte assumiu uma acepção pejorativa. Explico. No anos 80, o Jiu Jistu passou por enorme efervescência no Rio de Janeiro. Academias foram buscadas pelos praticantes e a filosofia do Jiu Jitsu cresceu bastante. No entanto, sob o estigma de lealdade à sua academia, os praticantes da época abominavam aqueles que, por qualquer motivo, trocassem de academia.

Na mesma época, especificamente entre 1987 e 1988, era transmitida a novela MANDALA, a qual possuía trama parecida com a trágica sina de Édipo e Jocasta. Inclusive utilizando os mesmos nomes dos personagens mitológicos. Havia, também, o personagem Creonte, o qual foi interpretado pelos atores Marcos Palmeira (1ª fase) e Gracindo Junior (2ª fase). Creonte, na novela global, era um personagem de conduta nada escorreita. Possuidor de índole duvidosa e desmerecedor de qualquer confiança. A novela, como é sabido, foi um sucesso.


Marcos Palmeira

Grancindo Jr.












Carlson Gracie, renomado professor do Jiu Jitsu, integrante da família mais famosa no mundo desta arte marcial, era dono de uma das academias do Rio de Janeiro e, segundo consta, dotado de uma personalidade muito forte. Referindo-se àqueles que trocassem de academia, ou seja, os pretensos traidores, Carlson os chamava de CREONTE, em alusão direta ao personagem da novela Mandala.

Daí por diante, o nome Creonte assumiu este sentido pejorativo no Brasil. Na minha humilde opinião, houve uma clara confusão sobre o conceito de lealdade. Exigir, ainda que inderetamente, sob pena de ser reprovado socialmente (no ambiente frequentado), que alguém fique "preso" a uma academia para que não seja taxado de traidor (reprovação social), mais parece setenciar alguém à escravidão do que propriamente valorizar a lealdade. Melhor seria, para ficar menos forçoso, fundar logo uma religião. Assim, poder-se-ia, utilizando os dogmas da nova religião, influenciar na fidelidade do praticante para com determinada academia/religião. Mesmo assim, nenhuma segurança se teria sobre a extinção dos "Creontes". Até mesmo no meio religioso há intensa troca de fiéis.



Até mesmo uma marca foi criada.


A cabeça humana é mesmo indecifrável. Há aquele mais previsível. Há o totalmente imprevisível. O certo é que o labirinto do pensamento humano é mesmo sem saída.

E eu? Bem... eu fico com o Creonte da mitologia grega, o qual me pareceu, até o final, fiel à Tebas.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

E lá vem KONA!!!


Na minha última postagem, fiz referência ao mundial de trathlon Ironman realizado no Havaí, especificamente na ilha de Kona. Eis que a prova mais esperada do ano, a qual reúne a nata do triathlon mundial, acontecerá no próximo sábado, 08.10.2011.

Quem já andou por lá garante que a ilha tem uma atmosfera mágica, a qual deve ser maximizada ao extremo quando da realização do Ironman mais importante do planeta.

E como não poderia deixa passar em branco, aí vai um vídeo que mostra o ambiente de festa e alegria de um Ironman. O vídeo é do mundial do ano passado.


segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Kona is here




Neste último sábado, o Red Team Triathlon (twitter: @RedTeamTri), pela segunda vez em menos de um mês, encarou treino no Porto das Dunas, distrito do Município de Aquiraz, região metropolitana de Fortaleza, e mais conhecido por abrigar o Beach Park.

O local é infestado de subidas, e, nesta época do ano, o vento sequer nos deixar ouvir direito. Para fechar o pacote, o sol estava a poucos centímetros do nossas cabeças. Bem, se não estava, pelo menos esta era a sensação dos heróis que encararam o famigerado treino.

O treino consistia num duatlo, onde corremos 30 minutos progressivos (4 intensidades diferentes), peladamos 50km, mesclando giro, força e velocidade, e concluímos com mais 12 km de corrida em ritmo de prova. DUREZA!!!

A corrida deu-se em estrada carroçável, à beira-mar, que liga o Porto das Dunas à Prainha (outro distrito de Aquiraz). A foto abaixo mostra a galera já na última parte do treino (12km).


A parte do ciclismo foi feita em 2 voltas e meia num circuito com muitas subidas. O vento estava absurdamente forte, e o sofrimento estava estampado no rosto da galera antes mesmo do início do treino. Não é por menos que, logo ao lado da rodovia em que pedalamos, está instalada a usina eólica.



Conclusão: KONA É AQUI! Aqui pertinho! Entre o Porto das Dunas e o Japão (outra pequena localidade do Município de Aquiraz).



O meu treino foi o pouco diferente. Em função ainda de minha recuperação, eu só poderia correr 50 minutos. Corri 25 minutos antes do ciclismo, e outros 25 minutos depois. Mesmo assim, senti os efeito de Kona.

P.S.: Quem não souber o que é, ou o que significa Kona para um triatleta, clique AQUI.